“Silvio Santos emprestou dinheiro à Globo” – afirma Boni no “De frente com Gabi” deste domingo (18) – Sessão TV.br
16 dez, 2011

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“Silvio Santos emprestou dinheiro à Globo” – afirma Boni no “De frente com Gabi” deste domingo (18)

Foto: Carol Soares/SBT

 

No “De Frente Com Gabi” deste domingo (18), Marília Gabriela entrevista José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, mais conhecido como Boni. Um dos homens mais influentes da televisão brasileira, ele falou com Gabi sobre sua carreira e sobre o livro que escreveu, aos 76 anos, para revelar ao público detalhes de sua vida e trajetória na TV. 

Boni chegou a se emocionar ao lembrar de um episódio que viveu junto com Tarcísio Meira, na época da novela “Irmãos Coragem”. Ambos estavam em uma embarcação, na Bahia, quando vários outros barcos vizinhos chegaram junto deles e começaram, em um enorme coral, a cantar a música tema da novela.

Na entrevista, ele afirmou que Silvio Santos emprestou dinheiro para a Globo: “Silvio Santos tinha o programa de domingo na Globo e, naquela época, emprestou dinheiro para a Globo não atrasar a folha de pagamento dos funcionários”.

Ele revelou também que faz parte da legião de admiradores de Silvio Santos: “Ele ajudou a promover outros horários da TV Globo”, disse para Gabi.

Sobre a substituição de Fátima Bernardes por Patrícia Poeta no “Jornal Nacional”, Boni afirmou ter ficado surpreso com o desempenho de Patrícia: “Está fazendo tudo direitinho”.

Confira outras frases de Boni

– Essa opção de trocar a Fátima (Bernardes) deve ter sido porque ela quis.

– A Patrícia (Poeta) me surpreendeu. Está fazendo tudo direitinho.

– Eu não preparei o Collor para o debate, nem falei diretamente com ele. A Zélia Cardoso de Mello me pediu alguns palpites.

– Eu nunca fui “marketeiro”, só dei opiniões para a Zélia (Cardoso de Mello).

– A edição (do debate Lula e Collor) foi feita pelo Dr. Roberto Marinho.

– Eu não falo mal do Boninho e do BBB Brasil, falo mal do BBB enquanto formato, que tem um texto medíocre.

– Eu sempre tive medo de escrever (um livro) porque acahava que era o final de uma carreira.

– Eu procurei me atentar mais aos fatos do que às pessoas (no livro).

– O livro se restringe à minha memória.

– Quando você faz um livro é como se fizesse psicanálise.

Eu trabalhava dia e noite, porque me propus a escrever o livro em 4 meses.

Eu sempre tive a preocupação de ter sido duro demais com os meus companheiros.

Às vezes um palavrão pode substituir a argumentação. É mais rápido.

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