Isabella Fiorentino feliz e aliviada com chegada dos trigêmeos em casa – Sessão TV.br
10 nov, 2011

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Isabella Fiorentino feliz e aliviada com chegada dos trigêmeos em casa

 

A revista QUEM desta semana, que chega às bancas nesta quarta-feira (9), traz a emoção de Isabella Fiorentino exatamente três meses depois de dar à luz os trigêmeos Nicholas, Bernardo e Lorenzo. A modelo e apresentadora reuniu os trigêmeos em casa na última terça-feira (1º). “O sonho se realizou. Foi como se eles tivessem nascido naquele dia”, disse ela a QUEM sobre os meninos, que nasceram prematuros e tiveram que ficar internados na UTI do Hospital Albert Einstein, em incubadoras, para ganhar peso e continuar o desenvolvimento sem perigos à saúde.

“Filmei a chegada de cada um em casa. Quando coloquei os três no quarto, juntos, pensei: ‘Meu Deus, não acredito que acabou’. Eu me desgastei demais, emocionalmente e fisicamente, durante esse tempo de internação”, desabafa Isabella, de 34 anos, casada com o empresário Stefano Hawilla.

 

Desde 1º de agosto, quando deu à luz os meninos, ela sofreu com a separação. “Assim que eles nasceram, foi muito difícil. Não pude vê-los nem tocá-los, só vi a cabecinha do Lorenzo passando (em direção à incubadora, na UTI)”, afirma Isabella, que já esperava que os bebês nascessem prematuros. “Mas a gente achava que seria de umas 32 semanas. No fim, foi mais cedo, de quase 28 semanas. Na UTI, no começo, eu não podia nem encostar nos meninos. Mas pelo menos podia vê-los.”

O contato com a mãe veio quando as crianças estavam com cerca de uma semana de vida, quando eles já podiam passar algum tempo fora da incubadora. “Comecei a fazer o canguru. Pegava eles no colo, colocava em contato com minha pele, deixava ouvindo meu coração. No canguru, eles começam a sentir a respiração da mãe e, com isso, aprendem a respirar direito, já que eles ainda não sabem respirar corretamente… E eu fazia isso com os três, todos os dias”, conta Isabella, falando sobre o método que consiste em retirar o prematuro da incubadora, assim que possível, colocando-o em contato direto com o corpo da mãe. “Passava umas duas horas com cada um. Isso foi incrível. Passava 12 horas no hospital, ia para casa só para dormir mesmo e já voltava no dia seguinte”, lembra ela.

 

Fonte: Quem News

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