Nathalia Dill declara em entrevista à jornal: “Se fosse homem por um dia queria ser o Silvio Santos” – Sessão TV.br
12 set, 2011

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Nathalia Dill declara em entrevista à jornal: “Se fosse homem por um dia queria ser o Silvio Santos”

Em “Cordel encantado”, a personagem de Nathalia Dill passou quase a novela inteira não poupando esforços para conquistar Jesuíno (Cauã Reymond). A 11 dias do fim da trama das seis, a atriz, convidada do “Você entrevista” desta semana, diz que acredita que Doralice confundiu determinação com amor de verdade.

De todas as cenas que você fez nessa novela, qual foi a que mais a emocionou? Roseana Borges

Nathalia Dill: Eu acho que a cena a qual mais me dediquei, que foi um desafio, foi quando Jesuíno conheceu Fubá (personagem da própria Nathalia que finge ser homem). Foi uma das mais marcantes. A novela valeu por essa cena!

Você achou divertido interpretar Fubá? Se pudesse se vestir de homem, que homem seria por um dia? Carolina Miguez

ND: Eu me diverti muito! Chegava de homem na gravação e os meninos me tratavam de forma diferente. Quando eu chegava de mulher, eles ficavam mais reclusos (risos). Se eu fosse um homem por um dia, seria o Silvio Santos!

Doralice lutava por Jesuíno por teimosia ou era amor de verdade? Torce para que ela se entregue a Felipe (Jayme Matarazzo)? Marina de Jesus

ND: Acho que não era um nem outro. Ela confundiu determinação com amor. Ele se encaixou no imaginário dela. Mas torço para que ela seja feliz com Felipe. Acho bonito ele não ser o homem que a Doralice imaginou, e ela também não ser a mulher ideal dele. Isso mostra que, na verdade, esses ideais não significam nada.

Já precisou lutar como a Doralice para conquistar alguém? Lutaria? Antônia Fonseca

ND: Não. Acho que não é assim que se conquista alguém, tanto que ela não conseguiu… Tem que ser uma coisa de comum acordo, levar tanto “não” e persistir já não é amor, é outra coisa.

Você se considera uma pessoa teimosa? Você se inspira em alguém para interpretar Doralice? Tem alguma semelhança com ela? Diana Pereira

ND: Não me considero teimosa, mas a probabilidade de eu ser é grande, e de não reconhecer é maior ainda (risos). Não me inspiro em ninguém, mas admiro muito a ética dela. Doralice é idealista, justa e briga pelo que acha certo. Ela tem essa linha de pensamento social e humana muito moderna. Com isso, eu me identifico muito.

Se fosse autora da novela, que final escreveria para Doralice? Marcos da Rocha

ND: O que eu acho mais bonito na personagem é que ela tem ideais muito fortes. Então, eu gostaria que Doralice continuasse assim no fim da história. Adoraria que ela se tornasse uma pessoa engajada socialmente.

Teria coragem de abandonar tudo e ir para um “cangaco” da vida, ou viver em um “‘castelo de Seráfia” em nome de um grande amor? Julia Souza

ND: Eu não sei, porque eu acho que se tivesse um grande amor, ele não iria querer que eu me separasse das coisas que conquistei. Acredito que a gente deixa de ser a gente mesma quando abre mão das conquistas.

Como foi reencontrar Jayme Matarazzo e fazer um par romântico às avessas com ele em “Cordel”. A arte estreitou a amizade? Bruno Santos

ND: É a primeira vez que a gente faz um par romântico. Em ‘Escrito nas estrelas’, ele morreu, então, não chegamos a ser um par. Está sendo muito legal porque o Jayme troca bastante, ele é muito estudioso também. E quando você trabalha pela segunda vez com um ator, já tem uma liberdade, né?!

Como é a Nathalia nas horas de folga? O que você gosta de fazer? Para relaxar, um samba tem lugar cativo no seu MP3? Patrícia Eliane Santana

ND: Eu adoro samba! Antigo, novo e pagode também. Eu gosto de sair, ir a shows… Vou muito à Lapa, mas eu tenho descansado muito nas horas vagas: dormido e jogado videogame!

Em que momento de sua vida você percebeu que tinha dom para ser atriz? Ana Maria de Oliveira

ND: Descobri o teatro na escola. O que me faz refletir sobre a importância de aulas de artes, música e teatro nessa fase. Se eu não tivesse entrado em contato com isso no colégio, talvez eu tratasse como diversão, mas teatro tinha o mesmo peso para mim que aulas de Matemática. Então, na hora de escolher uma profissão, não tive muito problema para decidir.

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